terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Fisioterapia na UTI - Intoxicação Exógena

Caso Clinico 25 de fevereiro de 2014
 
Intoxicação Exógena

Paciente, sexo masculino, 12ª dia de UTI, 6º PO de GTT por lesão gástrica ( Intoxicação exógena). Evolui sedado, entubado TOT em VM modo A/C com VCV, PEEP= 6cmH2O, Sensibilidade= -2 cmH2O, VC= 500ml, FiO2= 21%, FR= 12 rpm (bradipneia), IE= ½,9 s., Sat.O2= 96% (normossaturado), FC= 76 bpm (normocárdico), PA= 138 x 79 mmHg (normotenso tendendo a hipertensão), V =  35,5 L/min., Vmin= 6 L/min e Ppico= 34cmH2O. Em uso de Dormonid, Fentanil, e H.V (BIC), SNE (fechada), NPT (BIC), AVS subclávia (D e E), SVD. Apresenta incisão cirúrgica abdominal para LE supra e infra-umbilical. GTT, edema em MMSS e MMII, sinal de cacifo (+) em ambos. Ramsey = 5.
AP= sons pulmonares (+) com presença de roncos e crepitações bilateral com predominância à E. Padras respiratório predominantemente abdominal.
Conduta= técnica de vibrocompressão, AFE lenta onde o paciente apresentou faces de dor, ocorrendo tentativa de tosse e com isso aumento de Ppico (46cmH2O). Após a mobilização de secreção com tais técnicas, realizou a aspiração aberta no TOT, removendo secreção sanguinolenta, com aspecto fluído em média quantidade. Realizou-se a aspiração oral e na cânula de Guedel, onde a secreção mostrou-se sanguinolenta. Em seguida, ausculta pulmonar revelou diminuição de roncos e também diminuição de crepitações bilateralmente. Ao final do atendimento manteve a Ppico= 21H2O, Sat. O2= 97%. Durante a conduta, o paciente reagiu a comandos verbais.
 
Acadêmicos = Gabriel Coutinho Gonçalves / Tatiane Gomes
Preceptora= Anairtes Melo

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